DISTANASIA EM RECÉM NASCIDOS DISMORFICOS: SOB A ÓTICA DO ENFERMEIRO
Palavras-chave:
Distanásia; Recém-nascido dismórfico; Bioética; Enfermagem; UTI neonatal.Resumo
As razões para a investigação sobre o desenvolvimento das concepções da morte de recém-nascidos são imperiosas, tendo em vista que o conceito de morte é um dos princípios organizadores mais importantes da vida. É nas atitudes e crenças diante da morte que o ser humano expressa aquilo que a vida possui de mais fundamental. A escassa abordagem sobre essa temática, que repercute de forma significativa na assistência de enfermagem em situações de morte iminente, faz com que este trabalho adote como objeto de estudo a distanásia em recém-nascidos dismórficos sob a ótica do enfermeiro. Para auxiliar na compreensão do objeto de estudo, surgiram os seguintes questionamentos: o que é obstinação terapêutica? Quais conceitos bioéticos o enfermeiro deve possuir para cuidar do recém-nascido dismórfico? A partir dessas questões, estabeleceram-se como objetivos descrever a evolução histórica da bioética e as normas deontológicas do profissional enfermeiro no cenário da UTI neonatal, bem como abordar a obstinação terapêutica no universo da UTI neonatal em recém-nascidos dismórficos. O estudo apresenta uma abordagem qualitativa descritiva, buscando uma maior aproximação com o objeto de estudo e o conhecimento das contribuições mais atuais relacionadas à distanásia em recém-nascidos dismórficos, sendo realizada, para isso, uma revisão bibliográfica.
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